quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Algo como reforma agrária ao contrário...

On This Day: In 1863 the first claim under the Homestead Act was made by Daniel Freeman for a farm in Nebraska. The Homestead Acts were several United States federal laws that gave an applicant ownership of land, typically called a "homestead", at little or no cost. Between 1862 and 1934, the federal government granted 1.6 million homesteads and distributed 270,000,000 acres (420,000 sq mi) of federal land for private ownership. This was a total of 10% of all land in the United States. Homesteading was discontinued in 1976, except in Alaska, where it continued until 1986. All of this land that the U.S. gave away for private ownership was indigenous land. Much of it was “obtained” through treaties that were signed between the U.S. government and Native tribes, forcing Natives to live on reservations and to give up much of the land they traditionally inhabited. However, for Natives, reservation life was restraining, and the land Natives were forced to occupy was often too small to raise animals or hunt on and not viable agriculturally. Still, many settlers believed that Natives had gotten the choicest land, and pressed for their availability to claim. The government responded to this crisis in favor of the settlers and land speculators, stripping Natives of the last semblance of sovereignty they had by abolishing the reservation system as well as their honoring of tribes as separate entities from the United States. The 1871 Dawes Act stated that “hereafter no Indian nation or tribe within the territory of the United States shall be acknowledged or recognized as an independent nation, tribe, or power with whom the United States may contract by treaty.” It also marked the beginning of increased efforts to integrate Natives into American society rather than cordoning them off into isolated reservations. This was continued to a larger extent with the 1887 Dawes Severalty Act (also called the General Allotment Act), which was a Homestead Act directed at breaking up Native reservation holdings as well as tribes themselves

domingo, 2 de agosto de 2009

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Irmãos nacionalistas, que defendem um brasil sólido, e uma juventude instruída, culta e próspera.
Não devemos tomar o ódio como arma principalpois o ódio não é catalisador mas uma arma importanteda máquina sionista, o ódio mal aplicado é chave para a perda de razão.
Mesmo não nos importando com a opnião de outrem, eles são o corpo e a carneque precisamos querendo ou não, para construirmos nosso futuro desejado e sonhado.
Estes pequenos grupos ideológicos, que não duram em um jovem até que este saia da faculdadee se perca nesse sistema de tanto trabalhar.
Não é medo nem tristeza, pois não demonstramos fraqueza, mas o que sentimos ao vernossa família em poucos números e a sociedade perdida nos labirintos sionistas de controle de massas, não deve ser traduzido em agressão desnecessária.
Permitam que falem, julguem, pois é isso o que tais vermes poderão e saberão fazerpelo resto de suas vidas, como robôs controlados trabalham e consomem, alienam-se e se é pela falida TV e confusa internet que se informam, com certeza acharão que somoso mal e o erro.
Adolf Hitler, tomou o ódio pelos judeus que são sionistas de sangue, perdeu a razãoe o poder, até mesmo entre seus acreditados aliados.Os Estados Unidos utilizaram-se da luta contra o nazismo para enriquecerem e persuadir o mundo.
O sionismo está incrustado na sociedade, a maioria é como zumbis, essa cultura queodiamos, rejeitará qualquer ação e nos rotulará erroneamente de algo animalesco e selvagem.
Assim como na Alemanha Nazista, uma ideologia impecável, um amor aos jovens admirável,mas cegado pelo ódio à outra raça que derrubou os próprios pilares.
A agressão não deve ser feita espontaneamente pelo ódio, mas para adquirir um fim,um objetivo.
A violência espontânea não leva ao progresso, talvez alivie o rancor de um indivíduo, mas termina por manchar toda a família.
Estamos com os calçados certos, cultura certa,ideologia certa e o destino certo, mas podemos estar em uma estrada errada,que nos levará à estagnação.
Nós preferimos morrer de pé do que viver de joelhos.Sonho com o dia em que viverei de pé, confraternizarei a vitória com meus irmãos de pé, verei de pé o erro social ser enterrado e ninguém mais vivendo involuntariamente de joelhos.
Hoje somos clandestinos, amanhã seremos o exemplo a ser seguido. Mas devemos sempre sair e olhar para nóscomo se estivéssemos do lado de fora, pois não enxergamos uma mancha em nossa testa que possa nos ridicularizar.Não nos dirão que estamos sujos, mas rirão e rirão e rirão.Aquele que não rir e me mostrar-me minha mancha é meu irmão e eu devo ter a humildade de olhar no espelho e verse estou realmente sujo e se acho que estou sujo, eu me limpo.
Assim será como nossa ideologia e ações. Aqueles que julgam e apenas julgam merecem ficar aonde estão.Aqueles que em primeiro lugar agem decentemente e discutem são candidatos a irmãos.
União e união

Por Machado - 2009